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Na segunda-feira, 12 de junho, a Associação Nacional de Editores de Revista (ANER) participou de audiência pública no Superior Tribunal Federal (STF), discutindo a tese do direito ao esquecimento, como forma de restrição ao acesso à informação. Representando a entidade, em fala aos ministros, o advogado Daniel Sarmento ressaltou o posicionamento da associação, reforçando que o destaque na imprensa apenas de fatos contemporâneos não condiz com a valorização da história do país e coloca em risco direitos básicos garantidos pelo regime constitucional brasileiro, como a liberdade de imprensa, de informação e de expressão. Segundo Sarmento, é fundamental que as pessoas conheçam o passado para que não sejam repetidos os mesmos erros no presente e futuro. “O direito fundamental de acesso à informação também é válido sobre fatos ocorridos no passado. O transcorrer do tempo não pode significar o fim deste direito”, afirma

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