Emestratégiasmulticloud,nuvemprivadanãotemvez?

Com a popularização da nuvem, surgiu o termo multicloud, uma estratégia que combina diferentes fornecedores de cloud para sustentar aplicações de empresas. A ideia é que, partindo do pressuposto de que não há solução perfeita, utiliza-se dos pontos fortes de cada provedor para resolver os problemas de TI. A estratégia também combina a nuvem privada, mas a Dedalus, empresa especializada em gestão de nuvem, não vê nela uma boa solução tecnológica porque não tem escala. “Pegue um copo d’água e coloque no micro-ondas por cinco minutos; não vai nascer uma nuvem dali porque tem pouca água”, afirma Maurício Fernandes, presidente da companhia. Ele usa a analogia para explicar que um ambiente virtualizado com cem servidores, por exemplo, não é capaz de fazer nada. “Se uma empresa quiser implementar um big data, vai ter que ir para a nuvem pública. Segundo ele, a nuvem privada surgiu como uma solução de transição, na qual as empresas buscam a inovação sem abrir mão do legado. “Mas não serviu nem para testes. A nuvem privada é um beco sem saída, pois se estabelece em processos e tecnologias que terá que ser desfeito para que a migração à pública seja possível”, diz. Estudos da IDC, porém, mostram que os investimentos em nuvem privada continuam aumentando. Os números do segundo semestre de 2018 apontam um aumento de 28,2% no ano a ano, com os gastos chegando a US$ 4,6 bilhões. Apesar disso, o investimento em nuvem pública ainda é muito superior, alcançando os US$ 10,9 bilhões no período, crescimento de 58,9% no ano a ano. A expectativa é que, no final de 2018, a nuvem privada represente 14,8% do total dos gastos com infraestrutura de TI. Fonte: IPNews

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