Porquecolocarmaladiretanocompostodemarketingdocomércioeletrônico?
Patrocinado por

Para os varejistas virtuais, o marketing dos dias atuais é tanto uma bênção como uma maldição. Nunca antes houve tantas maneiras de atingir consumidores e gerar receitas. Mas é difícil alinhar todas as variadas formas de comunicação de marketing. Segundo Allen Abbott, da Navistone, o atulhado cenário digital significa que é difícil garantir visualizações dos consumidores online. E é aí onde táticas como retargeting via malas diretas podem ser tremendamente benéficas. Apesar de toda ênfase colocada no marketing digital para o e-commerce, alerta Abbott, os consumidores não existem apenas na Internet. Eles estão em todos os lugares — online e offline, dentro das lojas e lendo catálogos. Além disso, eles não escolhem apenas um meio de se engajar com as marcas. A mesma pessoa pode olhar um produto na vitrine de uma loja, comprá-lo em um website, publicar uma crítica na Amazon e postar um vídeo, usando-o, no YouTube. Multiplique isso pelo tamanho de uma audiência e concorde que é difícil manter o rastreamento da base de consumidores. Ainda por cima, tem a questão dos bloqueadores de anúncio, que estão reduzindo muito a eficácia dos banners e outros anúncios digitais. O retargeting via mala direta incorpora a mesma metodologia e metas do retargeting online, usando um canal cuja taxa média de resposta pode ser superior a 3%, enquanto a taxa dos anúncios em mídias sociais é de apenas 0,1% e o dos banners digitais, de 0,2%. Fonte: Navistone