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A Mastercard anunciou que ampliará seus esforços para aumentar o número de bancos, varejistas e parceiros que utilizam iniciativas e serviços de segurança na América Latina e no Caribe para aprimorar a segurança dos pagamentos online e melhorar a experiência do consumidor. A iniciativa aproveita o crescimento do comércio eletrônico, que deve passar de 126 milhões de consumidores em 2016 para 156 milhões em 2019, com vendas online acompanhando o ritmo de crescimento, indo de US$ 40 bilhões para US$ 80 bilhões no mesmo período. Para acelerar a adoção de tecnologias de segurança no e-commerce, foi criada uma Abordagem de Segurança Digital (Digital Security Roadmap) que oferecerá um conjunto de iniciativas, diretrizes e ferramentas para bancos e varejistas na região. A colaboração na indústria se dará por meio de parcerias com governos e reguladores, oficinas educacionais com bancos e e-commerce e a introdução de tecnologias e serviços de ponta relacionados à segurança online. De acordo com a Mastercard, a abordagem se concentrará principalmente na aceleração da adoção de tecnologias de autenticação e tokenização já em 2019. Essas tecnologias de autenticação já são presentes em vários emissores e varejistas no Brasil, permitindo aos estabelecimentos comerciais e bancos saberem se os compradores online são quem eles dizem ser. Uma das novas tecnologias em autenticação que a Mastercard disponibiliza para os bancos é um serviço de detecção de fraude e decisão baseado em inteligência artificial. A solução (chamada de Decision Intelligence) foi criada para medir o nível de risco de uma transação e ajudar os bancos a melhorarem a precisão de confirmações de pagamento. Considerando o crescimento das compras online, a tokenização dinâmica também é essencial para os estabelecimentos comerciais que armazenam as informações dos cartões dos consumidores em seus sistemas online. A tecnologia de tokenização pode ajudá-los a proteger esses dados pessoais, substituindo-os por um número alternativo (o token), que é um conjunto de 16 dígitos que emula o número real do cartão e pode ser usado apenas uma vez. No caso de vazamento de dados, fraudadores só teriam acesso ao token em vez das informações de pagamento do consumidor, reduzindo a probabilidade de fraude. Fonte: IP News

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