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Cansados dos gargalos e problemas da saúde, os millennials, Z e Y abrem caminho para formatos de cuidados não tradicionais com a saúde, como clínicas de varejo e serviços virtuais digitais, segundo a pesquisa “Digital Health Consumer Survey”, da Accenture. Ao considerar o atendimento tradicional, os millennials, de 22 a 38 anos, estão duas a três vezes mais propensos do que o baby boomers, idades de 55 a 73 anos, a ficar insatisfeitos com questões como localização/canal de atendimento. O estudo revela ainda que métodos de tratamento não tradicionais têm rápida aderência em todas as faixas etárias nos últimos anos, com quase 30% dos entrevistados usando alguma forma de atendimento virtual e quase metade, cerca de 47%, fazendo uso de clínica de ambulatório/varejo. Já o uso de serviços digitais de autoatendimento também está em ascensão. Mais da metade dos respondentes, 51%, revelam que usam aplicativo móvel ou wearables para gerenciar seu estilo de vida e condições de saúde. “Com o crescimento de pacientes tomando as rédeas dos cuidados com a própria saúde, fica claro que empresas ligadas ao setor precisam se adaptar e fornecer meios para atender às necessidades de todos. Aqueles que estiverem à frente nas entregas aos pacientes ganharão lealdade e estarão fortemente posicionados ao que o futuro reserva”, afirma Vinícius Fontes, diretor executivo e líder de Transformação Digital para o setor de Saúde, Educação e Serviços Públicos da Accenture. A pesquisa entrevistou 2.338 consumidores entre 18 e 91 anos para mapear a adesão do serviço entre todas as gerações nos Estados Unidos. Fonte: Consumidor Moderno