SummitAlimentos:indústriaalimentíciapassaportransformaçãodigital

Recentemente, as tendências que mais vão causar impactos na sociedade daqui para frente nesse setor foram discutidas no debate promovido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. Representantes de toda a cadeia de alimentos - indústria, varejo, foodtechs e consumidor - cumpriram uma programação ampla de palestras para ampliar a visão do que há de mais novo na indústria alimentícia. O Summit Alimentos, como foi chamado, teve como tema central o futuro dos alimentos e contou com a presença de 140 profissionais de todo o food system. Para a head de Desenvolvimento Setorial da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, Ana Paula Maniero, “uma das grandes oportunidades do evento é conectar as empresas por meio do uso de padrões que garantem as melhores práticas, experiências e desafios”. Os palestrantes apontaram tendências, exemplos práticos e reflexões para o futuro do setor de alimentos. Nilson Gasconi, executivo de negócios da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, mostrou como a rastreabilidade pode transformar os negócios, com informações disponíveis em toda a cadeia de alimentos, desde a produção até o consumidor final com o apoio dos padrões globais GS1. A fundadora e CEO da Builders e do Foodtech Movement, Ana Carolina Bajarunas, trouxe uma visão avançada e global com os principais números e tendências que ilustram a revolução em andamento em toda a cadeia de alimentos - do cultivo ao consumidor, que cada vez mais prioriza o bem-estar, a saúde e a sustentabilidade. No Brasil, o Foodtech Movement mapeou o ecossistema de foodtechs e desenvolve um trabalho para unir todo o setor e criar condições favoráveis ao desenvolvimento de novos negócios. Ana Paula Maniero, head de desenvolvimento setorial da GS1 Brasil, apresentou estudo da GS1 que destaca as megatendências que estão norteando os negócios, como rastreabilidade, segurança e privacidade de dados, sustentabilidade, personalização em massa e as tecnologias para atender a essas novas demandas -- Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial, Blockchain, realidade aumentada e virtual, sensores, biometria. Já Luana Pinheiro, especialista em sustentabilidade com foco no cliente da TetraPak Brasil, teve foco na sustentabilidade e na economia circular de baixo carbono, ou seja, fontes renováveis, reciclagem e rastreabilidade. “Os brasileiros estão mais conscientes e tomando atitudes para preservar o meio ambiente, inclusive escolhendo comprar produtos sustentáveis. ” Um destaque foi a apresentação de Bruno Emer, head de arquitetura de soluções da Amazon AWS, que mostrou como os desafios do varejo de alimentos provoca um ajuste das empresas às necessidades do novo consumidor. “É uma verdadeira transformação baseada em processos, pessoas e dados”. O executivo contou as iniciativas da Amazon para promover uma experiência sem fricção (frictionless) para o consumidor. Ou seja, mais fácil, com comodidade e praticidade, nos vários canais em que atua. Para isso, a companhia investe em um conjunto de tecnologias habilitadoras como big data, vídeo analytics, realidade virtual e aumentada, sensores, robótica, Inteligência Artificial e Data Lake. A empresa aplica todos esses recursos na Amazon Go, rede de supermercados nos Estados Unidos sem atendentes e sem a necessidade de pagar as compras nos caixas. O cliente só precisa baixar o app da loja no celular e cadastrar o cartão de crédito. Fonte: Agrolinkfito

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19 Nov, 19
21 Nov, 19