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Em dezembro do ano passado, a Fiat Chrysler Automóveis (FCA) e a Visa se uniram com a proposta de cocriação para buscar novas formas de pagamentos. Os times de inovação das duas empresas se mobilizaram para o desenvolvimento de uma solução de pagamento “mais segura e fluida”. Esse exemplo em que uma empresa de meios de pagamento se une a uma companhia automotiva ilustra a ampliação as possibilidades de novas formas de pagamento em meio a tantos devices.  Segundo Percival Jatobá, VP de inovação da Visa, "o que se poderia chamar de pulverização nós chamamos na Visa de desconstrução do plástico. Os cartões de crédito ou débito não deixarão de existir, mas darão forma a outras maneiras de pagamento. Seja no celular, na pulseira, no relógio inteligente ou em qualquer device." O executivo, presente no CES 2020, observou que "é interessante notar que os principais pontos que a gente discute na indústria de meios de pagamento aparecem aqui na CES, não só a questão da internet das coisas, mas também de segurança e gestão de dados. A conversa aqui não é sobre extrair os dados. Isso, no Brasil, aqui, na Europa ou na Ásia, muitos já sabem fazer. O que todos ainda discutem é como computar e monetizar essas informações. Parece que no Brasil, neste aspecto, temos um pouco mais de dificuldade. De qualquer maneira, a gestão de dados e a geração de dados afetam a indústria de pagamentos e reacende a discussão sobre a importância do correto gerenciamento do ciclo de vida dos produtos. Isso tem relação também com a jornada, ou seja, conhecer melhor seu cliente e seu consumidor. Me chamou a atenção, iniciar 2020 discutindo dados." Fonte: Meio&Mensagem

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